Nos tempos do Antigo Testamento, o fato de alguém ser filho legal de uma pessoa, automaticamente colocava esse alguém em uma posição plena e legalmente capaz de reivindicar todos os direitos que uma filiação co-sanguínea forneceria.
O chamado "Pacto Davídico", referido em 2Sm 7.4-17, prevê o seguinte:
I. O descendente de Davi daria posteridade a esta casa.
II. Haveria um trono, isto é, uma autoridade real para o descendente de Davi.
III. O descendente de Davi iria deter uma esfera de governo, isto é, "um reino".
IV. Esse governo se estenderia para sempre.
V. O descendente de Davi promoveria salvação "universal": judeus e gentios se conformariam em um único povo que desfrutaria dessa dádiva.
Jesus, legalmente, era filho de José e, como o filho (descendência) de Davi, cumpriu todos esses elementos do pacto davídico.